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A maioria das atividades é de fácil resolução, indico sempre que o professor o faça primeiro para ver o aplicabilidade em determinada turma. Como os pedidos de gabaritos são muitos, não tenho como responder a todos.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A questão dos direitos autorais e internet



TEXTOS A PROCURA DE UM AUTOR

A questão dos direitos autorais e internet
Fate®

A internet é uma das ferramentas mais fantásticas que o homem já criou, uma verdadeira revolução no mundo da informação . Você consegue se imaginar sem o computador? Sem a Internet?
Pois é, nem eu.

Posso pesquisar qualquer assunto, interagir com pessoas do mundo todo, estudar, mandar e-mails, saber as notícias, ter o meu blog, pertencer a algumas comunidades de amigos, reencontrar pessoas que perdi de vista há muito tempo, etc. Isso tudo sem sair de casa, basta conectar à rede mundial de computadores. Para quem trabalha muito com pesquisa, a Internet é uma das principais ferramentas, eu diria até indispensável.

Tanta informação flutuando na rede gera muita confusão. Muitas pessoas acham que qualquer conteúdo da Internet pode ser livremente usado por todos, ou que não existam leis de proteção na Internet. Textos, obras, ilustrações “estão” soltos nas páginas da web, e passam de sites, blogs , e com o tempo perdem a autoria, a origem, sem contar que muitos se apropriam de textos ou trabalhos de pesquisa, uns por falta de informação, outros por má-fé.

Muitos internautas pensam que o material disponibilizado na Internet é de “domínio público” e sendo assim pode ser utilizado de maneira livre sem obedecer nenhuma convenção. Textos e imagens são reproduzidos o tempo todo sem que os autores tenham conhecimento ou tenham autorizado. O problema não é a reprodução em si mas omitir a autoria. Algumas obras podem ser reproduzidas desde que não seja comercialmente, mas tem a obrigatoriedade de se indicar a autoria ou a fonte.
A Lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998, altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências e pode ser aplicada também a Internet. Segundo a lei, O direito autoral se caracteriza por dois aspectos:
1. O moral – que garante ao criador o direito de ter seu nome impresso na divulgação de sua obra e o respeito à integridade desta, além de lhe garantir os direitos de modificá-la, ou mesmo impedir sua circulação.2. O patrimonial – que regula as relações jurídicas da utilização econômica das obras intelectuais.
Sendo assim, conclui-se que:
Textos, home page, site, blogs e outros que apresentem criatividade e forma original, é protegido, necessitando de autorização para ser reproduzido e estão submetidos à Lei dos direitos autorais.
Quando disponibilizar um texto que não você criou, procure dar crédito ao devido autor do texto aqui disponibilizado. Muitos textos estão aí “ soltos” na net e ninguém sabe quem escreveu, tome um certo cuidado com isso, pesquise e tente encontrar informações a respeito e se possível saber a autoria. É uma questão de respeito ao autor e também evita possíveis mal-entendidos.
Quem desejar saber mais sobre o assunto pode pesquisar na Internet:
· Sobre a Lei - no site do planalto.gov.br
· A LEI e a Internet – site do Scielo Brasil
· Outros sites que tratam da questão de direitos autorais

sábado, 22 de dezembro de 2012

A tal da resiliência


A tal da resiliência

                                                                        Fátima Pereira 
Três fatos  me inspiraram a escrever este artigo: a entrevista de um artista plástico brasileiro mundialmente conhecido -  em resposta a Roberto D’Ávila sobre sua infância pobre respondeu que sempre gostou  de estudar,  acreditava  na importância da escola e do saber para superar as dificuldades; um amigo que me contou sobre sua infância pobre no Rio de Janeiro,  hoje já conheceu uma parte do mundo, inclusive o Egito -  um sonho que parecia  impossível ao menino pobre; uma amiga - aos 30 anos descobriu um câncer, não se abateu, continuou sua vida, lutou com todas as forças contra a doença, hoje está muito bem e  feliz agora com o nascimento do primeiro filho.
O que essas três pessoas tem em comum?

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A tecnologia em nossas vidas


Tecnologias na nossa vida


Fátima Pereira


            Vivemos em plena Revolução Tecnológica, e em como toda revolução, as mudanças são profundas e radicais. Todo dia surge algo novo, fantástico que desperta o interesse de milhões de pessoas ao redor do mundo, invenções ou descobertas que mudam a vida para melhor e outras, infelizmente nem tanto. Pode ser um chip capaz de devolver os movimentos a um tetraplégico, ou um novo dispositivo de guerra, um computador que cabe na palma da mão, robôs cada vez mais autossuficientes, tudo graças à tecnologia.

            É inconcebível pensar o mundo hoje sem toda essa tecnologia. Desde que o dia amanhece lá estão os aparatos tecnológicos. Agora nem precisamos mais daquele relógio barulhento para acordar, o celular nos desperta, no café da manhã, quem não usa o micro-ondas? Já começamos o dia enviando  SMS. Se o trânsito estiver ruim, dá para ouvir música MP3 enquanto o destino não chega. E entre os materiais que carregamos para o trabalho, o notebook ou outro computador portátil é item fundamental. Agora fica mais fácil, dá para acessar a internet de qualquer lugar e nem precisa ser de um PC.

            Por falar internet, basta um click, um comando e a janela para o mundo se abre.  Cada vez fica mais fácil a comunicação entre as pessoas, o conhecimento de outras culturas. Os acontecimentos nos chegam instantaneamente. E agora tem também a TV digital, que traz o mundo para nossa sala, as imagens são tão reais e os aparelhos com telas cada vez maiores, um verdadeiro sonho de consumo.

            Sim, a tecnologia é bendita! Podemos fazer um amigo lá em Marrocos, outro na Austrália, no Japão, em qualquer lugar do mundo. Trocar informações e pesquisas com pessoas da nossa área, fazer compras, pagamentos. Podemos assistir palestras, consultar bibliotecas, fazer cursos sem ter que sair de casa ou do escritório e muito mais. Para isso basta conectar-se.

            Num instante, ficamos sabendo o que acontece em qualquer parte. Infelizmente ainda vemos que as guerras continuam, que as pessoas se matam por banalidades e em muitos países ou mesmo lugares mais próximos a nós, a tecnologia não chegou a todos.

            O homem é capaz de ir a outro planeta, mas ainda não descobriu como acabar com as mazelas do mundo. E com a globalização, cada vez mais as diferenças ficam expostas. O sonho de consumo de muitas crianças e jovens é um copo de água potável e um prato de comida. Com todo esse avanço tecnológico, o homem não conseguiu resolver questões básicas, como a miséria, a mortalidade infantil, a violência, entre outras. Mas graças ao poder da comunicação, as pessoas estão aprendendo a cobrar mais dos seus governantes, a exercer seus direitos e a lutar para um mundo mais justo, a descruzar os braços.

             Como professores, precisamos estar antenados com as novas tecnologias e  saber usá-las da melhor forma e orientar nossos alunos para os benefícios e riscos dessas ferramentas que estarão cada vez mais presente na vida de todos. A escola deve disponibilizar aos alunos uma formação condizente à realidade, para que esse aluno possa atuar na sociedade, tornando-se cidadão responsável, crítico e capaz de contribuir para uma sociedade mais justa e humana.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Resiliência


A tal da resiliência

                                                                        Fátima Pereira 



Três fatos  me inspiraram a escrever este artigo: a entrevista de um artista plástico brasileiro mundialmente conhecido -  em resposta a Roberto D’Ávila sobre sua infância pobre respondeu que sempre gostou  de estudar,  acreditava  na importância da escola e do saber para superar as dificuldades; um amigo que me contou sobre sua infância pobre no Rio de Janeiro,  hoje já conheceu uma parte do mundo, inclusive o Egito -  um sonho que parecia  impossível ao menino pobre; uma amiga - aos 30 anos descobriu um câncer, não se abateu, continuou sua vida, lutou com todas as forças contra a doença, hoje está muito bem e  feliz agora com o nascimento do primeiro filho.

O que essas três pessoas tem em comum?

Souberam amortecer os impactos negativos  em algum momento da vida e superaram as adversidades encontradas em seu caminho de forma totalmente positiva.

O que para uns é o fim do mundo, para outros é apenas um problema a ser superado. Viver na pobreza, perder o  emprego,  a morte de um ente querido, fim de relacionamento, mudança no padrão sócio-econômico, desastres ambientais ou pessoais, uma grave doença, são fatos que podem acontecer  na vida de qualquer pessoa. Como cada um lida com a situação depende de sua capacidade em usar seus recursos internos e externos,  sua visão de mundo e sua compreensão da vida.

Mas o que tem a ver a tal resiliência com isso?

Resiliência é um termo emprestado da  física que significa capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido uma deformação (Dicionário Houaiss)¹. Atualmente muito usado em psicologia e educação,  resiliência, em termos gerais é  “a capacidade do indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente às adversidades” ou seja, é a capacidade do ser humano voltar ao normal depois de uma situação muito problemática, com grande pressão e stress.

Muitos  estudiosos têm  se dedicado ao assunto, no Brasil cada vez mais pesquisadores² se dedicam ao estudo da resiliência, sobretudo  no comportamento de jovens, na saúde mental, no estudo comportamental, área da educação, em gerenciamento de pessoal nas grandes corporações etc.

Não vou me ater a termos técnicos ou estudos aprofundados porque não é esse o meu enfoque. Quero apenas expor  algumas questões sobre a resiliência, segundo meu modo de ver ou o pouco que conheço do assunto, como pesquisadora da educação, o tema me chama  atenção, principalmente no trabalho com jovens e adultos.

Toda pessoa tem  recursos de caráter interno (estabilidade emocional, positivismo, auto-estima, autoconfiança, racionalidade, flexibilidade etc.) e externo (trabalho, esporte ou uma atividade prazerosa, estudo, amizades,  família etc.) que podem ajudá-la a administrar melhor a vida. A capacidade que cada um tem de usar isso a seu favor nas adversidades da vida é que faz a diferença entre o crescimento pessoal e a estagnação total.

Mesmo em circunstancias desfavoráveis  uma pessoa resiliente consegue superar  suas dificuldades,  experiências dolorosas servem como lição de vida, nunca como desculpa para esmorecer ou desistir.

Há duas frases da sabedoria popular que gosto muito de usar:



Tudo na vida passa!

Você é sempre mais forte do que imagina. Paz, saúde, harmonia  e muito trabalho a todos!



Notas



¹ há outras definições, se desejar pode buscar em outros dicionários, mas o sentido será parecido.

² A psicoterapeuta e empresária paulistana Claudia Riecken,  lançou o livro “Sobreviver: Instinto de Vencedor – Os 12 Portais da Resiliência e a Personalidade dos Sobreviventes” (Editora Saraiva)

  Há vários estudos disponibilizados na Internet e dicas de bibliografia sobre o assunto, caso o leitor deseje se aprofundar no tema.






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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Teoria da Comunicação 1 - Semelhanças Vocabulares

TEORIA DA COMUNICAÇÃO

Semelhanças vocabulares


Da mesma forma como nós nos relacionamos com as outras pessoas, as palavras apresentam relações entre si. Essas relações podem ser de sentido, forma e som e constituem o que chamamos de semelhanças vocabulares. São conhecidas como:



. sinônimas: palavras com significados semelhantes, podendo uma substituir outra sem alterar o sentido da frase. Ex.: retornar – voltar.



. antônimas: palavras de significação oposta entre si. Ex: sim – não.

. homógrafas: palavras escritas com as mesmas letras, mas de pronúncia diferente. Ex: colher(ê) = verbo     colher(é) = utensílio usado nas refeições.

. homófonas: palavras escritas com letras diferentes, mas que tem a pronúncia igual.  Ex: acento – assento

. homônimas: palavras que tem a mesma escrita e a mesma pronúncia mas possuem significados diferentes, de acordo com a frase. Ex: soldado (verbo soldar) – soldado (policial).

. parônimas: palavras com pequenas diferenças de pronúncia ou escrita. Ex: couro – coro; cumprimento – comprimento.


terça-feira, 26 de abril de 2011

SUPERAÇÃO JOVEM

Os alunos das 7as. e 8as. séries participam do Programa Superação Jovem – Leitura Livre e Protagonismo Juvenil. 


O objetivo do programa é mobilizar o jovem para a leitura, a reconhecer seus interesses e preferências, a ser um leitor autônomo, convidando o jovem a  assumir um papel ativo no processo de ensino-aprendizagem e desenvolver competências.

  
Os jovens frequentam a biblioteca, escolhem livremente suas leituras e participam das atividades sempre em times (equipes). Melhoram na leitura  e isso os incentiva a ler cada vez mais, pois  descobrem  que tipo de leitores são e do que gostam.

sábado, 16 de abril de 2011

Jovem e internet: conhecimento ou alienação?


Por Júlia Ma. R. Maciel  8ª. B
O mundo vive hoje na era da tecnologia e do conhecimento. Nesse contexto, a internet tem sido muito importante, as informações se processam rapidamente e a comunicação acontece quase que imediatamente aos fatos ocorridos, fazendo com que todas as pessoas que estão conectadas em qualquer parte do mundo, tomem conhecimento das notícias.
Os jovens representam uma grande parcela dos usuários da internet. Eles estão conectados a maior parte do tempo e acessam diversos sites com características distintas. Por um lado, a internet oferece uma série de vantagens, como acesso rápido às pesquisas, às informações, notícias e comunicação, entre tantas outras coisas oferecidas em milhares de sites disponíveis on line. Isso faz com que a internet nos coloque diante das transformações do mundo instantaneamente. Com isso, os jovens têm acesso a todas as coisas boas que a internet proporciona.
Por outro lado, a internet também possibilita aos jovens navegarem por sites com conteúdos inapropriados, sites que estimulam o ciber-bullyng e outros tipos de violência. Além de pedofilia, sites exclusivos de adultos pelos quais os jovens também transitam.
A internet apresenta aspectos positivos e negativos como vimos acima, porém, ela acaba por provocar o isolamento dos jovens. É curioso perceber que, ao mesmo tempo em que o jovem relaciona-se com muitas pessoas ao redor do mundo, ele se encontra isolado em um espaço de sua própria casa. Isso causa outros problemas, como sedentarismo e empobrecimento de vocabulário – devido à linguagem própria da internet.
Concluímos assim que os jovens e a internet possuem uma relação de contato constante no cotidiano, fazendo com que grande parte do comportamento assumido pelos jovens nos dias de hoje, sofre influência direta de quase tudo que os jovens aprendem no tempo em que estão conectados.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A relação entre internet e os jovens


Por Camila Costa de Moraes 8ª. C

Não faz muito tempo que surgiu a internet, mas a relação entre ela e os adolescentegera muita discussão. Pais preocupados com o que os fi lhos estão fazendo, porque não podem controlar o mundo virtual como controlam o real. Esse é o começo da discussão: será que a internet faz bem aos jovens?
Com certeza nem tudo que se vê na internet é bom, mas ela é importante para todo mundo. Sem a internet seria difícil se comunicar de maneira tão rápida. Às vezes isso também é ruim, mas todas as coisas da vida têm suas contradições.
As pessoas criticam redes sociais e dizem que os adolescentes as usam só para assuntos sem importância, que isso não ajuda os jovens a obterem conhecimento, mas não é bem assim. Quando há um acontecimento de grande importância mundial, é através desses meios que os adolescentes dão suas opiniões, formando suas próprias ideias.
A internet também ajuda os jovens a terem mais conhecimento, depois de seu surgimento, a maioria das pesquisas é feitas rapidamente na web. “É mais prático você pesquisar nos buscadores do que sair de casa e ficar procurando livros na biblioteca, a única coisa necessária é averiguar se a fonte é segura”, diz Ana Júlia, 13 anos.
O fato é que a internet sempre é de acordo com o que o jovem procura, sejam coisas boas ou ruins para o seu autoconhecimento.

Como os jovens estão usando a “web”?

Por Ana Júlia Righettto -8ª. C

Jovens e internet, hoje com tanta tecnologia: amigos inseparáveis. Em parte isso é bom, para saber o que ocorre no mundo, estudar também ficou fácil, conhecer pessoas e assim como Weinberger disse “...a web está permitindo a humanização do conhecimento ao refletir quem nós realmente somos”.
A web nos ajuda a obter conhecimento, debater em grupo, descobrir coisas, tirar dúvidas e para conclusão dos fatos.
Mas a maioria dos jovens só quer saber de sua vida sóciovirtual, sites de entretenimento e de relacionamentos. Passam muito tempo presos nesse mundo virtual, não digo todos, mas sim, a maioria. Alguns, em vez de buscarem autoconhecimento, copiam a personalidade de alguma pessoa que conseguiu muitos amigos em seu profile.
Temos que ter um equilíbrio entre o mundo real e o virtual. A internet tem suas contradições, depende de como usamos. Todo jovem deveria ter uma orientação de como usar a web, por parte dos professores, dos pais e até de propagandas na televisão. Para usufruir o que a web tem a oferecer e não ficar só nesse mundo virtual.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A importância da leitura na construção da cidadania

Participamos de um mundo que fala, escuta, lê, escreve e discute os usos desses atos de comunicação. Para compreendê-lo melhor, é necessário ampliar competências e habilidades envolvidas no uso da palavra, isto é, dominar o discurso nas diversas situações comunicativas, para entender a lógica de organização que rege a sociedade, interpretar as sutilezas de seu funcionamento. Nesse contexto, leitura e escrita são ferramentas básicas para interação em diferentes áreas do conhecimento. Pelo uso da linguagem os indivíduos se comunicam, trocam opiniões, têm acesso às informações, protestam, fazem cultura, exercem sua cidadania, podendo inserir-se criticamente na sociedade.

Paulo Freire defendia a importância crítica do ato de ler, não só a decodificação da palavra, sendo assim, a leitura de mundo é tão ou mais importante que a leitura da palavra, não basta decodificar o texto, é preciso entender as relações entre o que se lê e o contexto no qual se insere, de acordo com a própria visão de mundo