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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Acordo ortográfico parte 1 - Os diferentes falares da língua portuguesa

Brasileiros e portugueses falam a mesma língua, mas muitas vezes surgem confusões por conta do significado de algumas palavras ou expressões.
Pensou se alguém lá de Portugal lhe convida para ir à casa de pasto? Ou diz que precisa ir até o quarto de banho. Você já levou um raspanete? Gosta de dióspiro? Tem telemóvel? Já andou de comboio? Caso vá a Moçambique e estiver com fome, sugiro um prego no prego no prato, é uma ótima pedida.

Pois é, há muitas diferenças...

Sobre o acordo...


No início do século XX Portugal estabeleceu pela primeira vez um modelo ortográfico de referência para as publicações oficiais e para o ensino. No entanto, as normas desse primeiro acordo não foram adotadas pelo Brasil. Nas décadas seguintes, houve várias tentativas de chegar a novo consenso, mas, embora no início da década de 1970 tenha havido revisões que aproximaram as duas variedades escritas, não foi aprovada oficialmente uma reforma que instituísse um documento normativo comum. Em 1990 entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).O Timor-Leste, país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as alterações devem facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura.
No Brasil, o acordo foi ratificado em setembro de 2008 e as novas regras colocadas em uso, embora em caráter não obrigatório, desde 1º de janeiro de 2009. A princípio, as medidas seriam aplicadas de modo obrigatório a partir de janeiro de 2013, mas o governo brasileiro, após consultas a envolvidos no processo, preferiu dar mais tempo para a implantação. Desde 1º de janeiro de 2016, as novas regras começam a ser obrigatórias.

Confira esse outro vídeo:




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