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domingo, 3 de julho de 2011

Palestra sobre profissões agita o Tibério

Alunos das  8as. séries da EMEF Tibério Justo as Silva participam de palestra sobre profissôes
Abrindo o ciclo de palestras com temas ligados às profissões, na quarta-feira, 25 de maio, aproximadamente 120 alunos  participaram da palestra ministrada pelo professor Ronaldo Ferras de Moraes, graduado em educação Física, pós-graduando em Esportes de Aventuras, árbitro confederado e atualmente professor de Informática na rede municipal.
Ronaldo contou sobre sua trajetória desde o primeiro emprego em uma pequena confecção de máscaras. Como a maioria dos jovens, saiu do ensino médio sem saber qual profissão escolher. Graças ao incentivo de uma amiga, que sabia de sua habilidade para esportes, sobretudo o futebol, resolveu cursar Educação Física.  O professor comentou sobre o curso, as dificuldades financeiras para pagar a faculdade, já que naquela época não existiam tantos incentivos e programas governamentais para bolsas de estudos. Ronaldo destacou a diversidade de atuação do profissional de educação física: educação, academias, recreação, esportes em geral, empresas (ginástica laboral), entre outras. Falou sobre a questão do futebol, já que muitos alunos treinam em clubes da região e manifestam o desejo de se tornarem jogadores profissionais. Com sua experiência na juventude, participando de várias “peneiras” e depois como árbitro, conheceu de perto as dificuldades de jovens que tentam se profissionalizar no futebol.
Além de esclarecer sobre sua área de formação, o professor Ronaldo trouxe temas relevantes para a formação dos jovens, como a importância dos estudos, da busca do conhecimento, independente da área a ser escolhida.  Ao final da palestra, os alunos fizeram perguntas e tiraram dúvidas.
A receptividade, por parte dos alunos, foi muito boa. Além de ampliaram seu conhecimento sobre a Educação Física,  perceberam que  para se dar bem, não só na profissão, como na vida,   precisam  de  três coisas: conhecimento, habilidade e atitude, como bem enfatizou Ronaldo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O MUNDO DA LEITURA

Por Aléxia Mariana 8a. B
Amo ler e de maneira alguma faria isso somente por obrigação. Leitura significa entrar em outro universo através das palavras e para isso é preciso gostar. Com a leitura eu posso expandir minha imaginação e exercitar meu cérebro, criando minhas próprias histórias, pois existe leitores que nunca escrevem, mas raramente encontra-se um escritor que não se deixou levar pelo mundo da leitura.
        Desde que entrei nesse mundo ganhei mais conhecimento, concentração, expandi meu vocabulário, minhas ideias. E recebi o melhor benefício: a sensação que só um leitor pode saber, a de viajar em aventuras, a emocionar-se em dramas, a inspirarar-se em romances, a torcer para que o “mocinho” vença o “bandido” e salve a “donzela’ em perigo.
         Meus livros prediletos são aqueles que envolvam romances e os que nos passam lições de vida.

SUPERAÇÃO JOVEM

Os alunos das 7as. e 8as. séries participam do Programa Superação Jovem – Leitura Livre e Protagonismo Juvenil. 


O objetivo do programa é mobilizar o jovem para a leitura, a reconhecer seus interesses e preferências, a ser um leitor autônomo, convidando o jovem a  assumir um papel ativo no processo de ensino-aprendizagem e desenvolver competências.

  
Os jovens frequentam a biblioteca, escolhem livremente suas leituras e participam das atividades sempre em times (equipes). Melhoram na leitura  e isso os incentiva a ler cada vez mais, pois  descobrem  que tipo de leitores são e do que gostam.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil

Monteiro Lobato
e o Dia Nacional do Livro Infantil

No dia 18 de Abril comemoramos o Dia Nacional do Livro Infantil, criado pela Lei n.º 10.402, de 08/01/2002.

Essa data foi escolhida em homenagem ao nascimento de Monteiro Lobato, o mais importante escritor de literatura infantil do Brasil, nasceu em 18/04/1882, em Taubaté, São Paulo, e morreu em 04/07/1948.
A reunião de 23 livros escritos por Monteiro Lobato contando as peripécias de Narizinho, Pedrinho, Dona Benta, tia Anastácia, Emília e o Visconde de Sabugosa, formam sua mais importante e conhecida obra: O Sítio do Picapau Amarelo.

sábado, 16 de abril de 2011

DICAS PRA ESCREVER UM CONTO

Da antologia de Kurt Vonnegut, Bagombo Snuff Box:

1. Use o tempo de um total desconhecido de maneira que ele ou ela não vai achar que foi desperdiçado.

2. Dê ao leitor ao menos um personagem pelo qual ele possa torcer.

3. Todo personagem deve desejar alguma coisa, nem que seja apenas um copo d'água.

4. Toda sentença deve fazer uma de duas coisas - revelar personalidade ou avançar a ação.

5. Comece tão próximo do final quanto possível.

6. Seja sádico. Não importa o quanto seus protagonistas sejam doces e inocentes, faça coisas horríveis acontecer com eles - é a maneira do leitor perceber do que eles são feitos.

7. Escreva para agradar somente uma pessoa. Se você abrir a janela e fazer amor com o mundo, sua história vai pegar pneumonia.

8. Dê aos seus leitores tanta informação quanto possível assim que possível. Dane-se o suspense. Os leitores devem ter tamanha compreensão do que está acontecendo, onde e por que, que seriam capazes de terminar a história caso as últimas páginas do livro sejam devoradas por baratas.

Fonte: André Forastieri – notícias.R7.com

Produção : HQs (História em quadrinhos)

Os alunos das 8as. séries criam HQs, o tema é bem  variado, desde preservação do meio ambiente, cultura índigena,  jovens, escola, entre outros. Tem muita história legal e algumas surpreendem pelo traço artístico. Temos entre os alunos na faixa de 13e 14 anos,  alguns mangakás, como eles se designam( fui descobrir depois que significa quadrinista ou cartunista em japonês).

Estes são algumas das HQs da garotada.



 




DICAS PARA CRIAR SUA HQ


Qualquer situação pode virar uma historinha bem interessante. Pense como será sua personagem principal, como ela é? Quais as características físicas e psicológicas dela? Com quem ela convive?

Coloque no papel. Depois faça um roteiro é a colocando no papel como será a história toda.


Veja quantos quadrinhos sua história inteira vai ter. Aí tente descobrir de quantas páginas ela precisa. Depois vem a diagramação, ou seja, você pensa na disposição e no formato dos quadrinhos, calculando as páginas.

Comece pelo texto (balões dos personagens) e depois faça os desenhos, para não faltar espaço para as falas para se conseguir ler direito.




Destaque as palavras importantes ou gritos com cores mais fortes, assim como usamos o NEGRITO (N) no computador

Não esqueça de usar “onomatopeias” (palavras que imitam sons, lembra?).  
Veja alguns exemplos:



Lembre-se de deixar espaço no início da primeira página.
Quando souber como será sua história, invente um título bem legal.

O final é muito importante. Todo leitor gosta de uma surpresa no final. Coloque a palavra “fim” no último quadrinho.


Tem muitos sites bem legais sobre HQ, com dicas e sugestões, vale a pena conferir e os alunos produzem ótimas histórias, além de aprender sobre o gênero HQ, eles exercitam a criatividade.



Jovem e internet: conhecimento ou alienação?


Por Júlia Ma. R. Maciel  8ª. B
O mundo vive hoje na era da tecnologia e do conhecimento. Nesse contexto, a internet tem sido muito importante, as informações se processam rapidamente e a comunicação acontece quase que imediatamente aos fatos ocorridos, fazendo com que todas as pessoas que estão conectadas em qualquer parte do mundo, tomem conhecimento das notícias.
Os jovens representam uma grande parcela dos usuários da internet. Eles estão conectados a maior parte do tempo e acessam diversos sites com características distintas. Por um lado, a internet oferece uma série de vantagens, como acesso rápido às pesquisas, às informações, notícias e comunicação, entre tantas outras coisas oferecidas em milhares de sites disponíveis on line. Isso faz com que a internet nos coloque diante das transformações do mundo instantaneamente. Com isso, os jovens têm acesso a todas as coisas boas que a internet proporciona.
Por outro lado, a internet também possibilita aos jovens navegarem por sites com conteúdos inapropriados, sites que estimulam o ciber-bullyng e outros tipos de violência. Além de pedofilia, sites exclusivos de adultos pelos quais os jovens também transitam.
A internet apresenta aspectos positivos e negativos como vimos acima, porém, ela acaba por provocar o isolamento dos jovens. É curioso perceber que, ao mesmo tempo em que o jovem relaciona-se com muitas pessoas ao redor do mundo, ele se encontra isolado em um espaço de sua própria casa. Isso causa outros problemas, como sedentarismo e empobrecimento de vocabulário – devido à linguagem própria da internet.
Concluímos assim que os jovens e a internet possuem uma relação de contato constante no cotidiano, fazendo com que grande parte do comportamento assumido pelos jovens nos dias de hoje, sofre influência direta de quase tudo que os jovens aprendem no tempo em que estão conectados.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A relação entre internet e os jovens


Por Camila Costa de Moraes 8ª. C

Não faz muito tempo que surgiu a internet, mas a relação entre ela e os adolescentegera muita discussão. Pais preocupados com o que os fi lhos estão fazendo, porque não podem controlar o mundo virtual como controlam o real. Esse é o começo da discussão: será que a internet faz bem aos jovens?
Com certeza nem tudo que se vê na internet é bom, mas ela é importante para todo mundo. Sem a internet seria difícil se comunicar de maneira tão rápida. Às vezes isso também é ruim, mas todas as coisas da vida têm suas contradições.
As pessoas criticam redes sociais e dizem que os adolescentes as usam só para assuntos sem importância, que isso não ajuda os jovens a obterem conhecimento, mas não é bem assim. Quando há um acontecimento de grande importância mundial, é através desses meios que os adolescentes dão suas opiniões, formando suas próprias ideias.
A internet também ajuda os jovens a terem mais conhecimento, depois de seu surgimento, a maioria das pesquisas é feitas rapidamente na web. “É mais prático você pesquisar nos buscadores do que sair de casa e ficar procurando livros na biblioteca, a única coisa necessária é averiguar se a fonte é segura”, diz Ana Júlia, 13 anos.
O fato é que a internet sempre é de acordo com o que o jovem procura, sejam coisas boas ou ruins para o seu autoconhecimento.

Como os jovens estão usando a “web”?

Por Ana Júlia Righettto -8ª. C

Jovens e internet, hoje com tanta tecnologia: amigos inseparáveis. Em parte isso é bom, para saber o que ocorre no mundo, estudar também ficou fácil, conhecer pessoas e assim como Weinberger disse “...a web está permitindo a humanização do conhecimento ao refletir quem nós realmente somos”.
A web nos ajuda a obter conhecimento, debater em grupo, descobrir coisas, tirar dúvidas e para conclusão dos fatos.
Mas a maioria dos jovens só quer saber de sua vida sóciovirtual, sites de entretenimento e de relacionamentos. Passam muito tempo presos nesse mundo virtual, não digo todos, mas sim, a maioria. Alguns, em vez de buscarem autoconhecimento, copiam a personalidade de alguma pessoa que conseguiu muitos amigos em seu profile.
Temos que ter um equilíbrio entre o mundo real e o virtual. A internet tem suas contradições, depende de como usamos. Todo jovem deveria ter uma orientação de como usar a web, por parte dos professores, dos pais e até de propagandas na televisão. Para usufruir o que a web tem a oferecer e não ficar só nesse mundo virtual.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O universo das fábulas

Os alunos do 6º. Ano leram e ouviram várias fábulas. Escolheram algumas para encenar. Criaram cenários, personagens para divulgar as fábulas para outros alunos. Ficou muito interessante. Teve Festa no céu, corrida entre lebre e tartaruga, a onça querendo enganar o macaco, o galo que enganou a raposa e muitas outras histórias. Além de aprender bem o gênero estudado, a garotada colocou em prática a criativadade, a desenvoltura e o prazer de ler e contar histórias.

O que são fábulas?

Gênero textual fábula -   pequena narrativa que serve para ilustrar algum vício ou alguma virtude e termina com uma lição de moral. A grande maioria das fábulas retrata personagens como animais ou criaturas imaginárias, que representam os traços de caráter (negativos e positivos), de seres humanos. Em outras palavras:  na fábula os animais sentem agem e pensam como os seres humanos e no final sempre há fundo moral para a educação humana e crítica aos valores de nossa sociedade.
As fábulas são as mais antigas maneiras de se contar histórias. Muitos escritores dedicaram-se às fábulas, mas três ficaram mundialmente famosos: o grego Esopo (século VI a.C.), o latino Fedro (15 a.C. - 50 d.C.) e o francês Jean de La Fontaine (1621 - 1695). No Brasil, Monteiro Lobato (século XX) adaptou e divulgou as fábulas.

Alguns exemplos de simbologia nas fábulas:

Coruja - sabedoria, bons conselhos, vigilância e meditação; capacidade de enxergar nas trevas; filosofia
Raposa - astúcia, esperteza
Lobo-mau - metáfora do homem sedutor, dos instintos maus do homem
Leão - força, poder
Urso - força, poder
Ovelha – mansidão, calma, ingenuidade
Pavão - vaidade

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A importância da leitura na construção da cidadania

Participamos de um mundo que fala, escuta, lê, escreve e discute os usos desses atos de comunicação. Para compreendê-lo melhor, é necessário ampliar competências e habilidades envolvidas no uso da palavra, isto é, dominar o discurso nas diversas situações comunicativas, para entender a lógica de organização que rege a sociedade, interpretar as sutilezas de seu funcionamento. Nesse contexto, leitura e escrita são ferramentas básicas para interação em diferentes áreas do conhecimento. Pelo uso da linguagem os indivíduos se comunicam, trocam opiniões, têm acesso às informações, protestam, fazem cultura, exercem sua cidadania, podendo inserir-se criticamente na sociedade.

Paulo Freire defendia a importância crítica do ato de ler, não só a decodificação da palavra, sendo assim, a leitura de mundo é tão ou mais importante que a leitura da palavra, não basta decodificar o texto, é preciso entender as relações entre o que se lê e o contexto no qual se insere, de acordo com a própria visão de mundo