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domingo, 24 de novembro de 2013

O índio - Interpretação de texto 6º/7ºanos

Talvez seja necessário explicar aos alunos o que é Walkman, pois os tempos mudaram...


TEXTO : O índio

- Meu Deus,é ele!
Quem já conversou com um índio, assim um papo aberto, sobre futebol, religião, amor... ?
 A primeira ideia que nos vem é a da impossibilidade desse diálogo,risos, preconceito, talvez. O que dizer então da visão dos estrangeiros, que pensam que andamos nus, atiramos em capivaras com flechas envenenadas e dançamos literalmente a dança da chuva pintados com urucu na praça da Sé ou na avenida Paulista?
Pois na minha escola no ano de 1995 ocorreu a matrícula de um índio. Um genuíno adolescente pataxó.
A funcionária da secretaria não conseguiu esconder o espanto quando na manhã de segunda-feira abriu preguiçosamente a portinhola e deparou-se com um pataxó sem camisa com o umbigo preto para fora, dois penachos brancos na cabeça e a senha número "um" na mão, que sem delongas disse:
– Vim matricular meu filho.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Quando a rede vira um vício - Interpretação e produção de texto 8º/9º ano

Gostei muito dessa reportagem, embora seja de 3 anos atrás e acredito que o problema seja maior hoje em dia, já que cada vez mais as pessoas estão conectadas e começando cada vez mais cedo, já na infância. Adaptei para trabalhar com 8º e 9º anos, utilizando apenas um trecho. Vale a pena ler a reportagem completa, lá há também um teste bem interessante. Fiz o teste com os alunos e eles próprios se surpreenderam. Quem quiser a reportagem completa, abaixo da atividade há o link. Após a leitura do texto, pode-se levantar as questões sugeridas (oralmente ou por escrito) e numa segunda etapa, pedir uma produção de texto, argumentativo.

Quando a rede vira um vício 

É difícil perceber o momento em que alguém deixa de fazer  uso saudável e produtivo da internet para estabelecer com ela uma relação de dependência — como já se vê em parcela preocupante dos jovens


Com o título “Preciso de ajuda”, Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence:
“Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente”. Essas frases dão a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, sobretudo entre jovens de 15 a 29 anos.
Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia, mas não percebe que vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até se aprisionar num universo paralelo e completamente virtual.
Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, porém, em todos os casos, a internet era apenas útil ou divertida e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Estratégias de avaliação- Portfólio

Estratégias de Avaliação


            A avaliação é um instrumento necessário e permanente do trabalho docente no processo de ensino e aprendizagem. Assim, a avaliação é uma tarefa complexa e não pode se resumir a  realização de provas e atribuições de notas decidindo quem deverá ser excluído. Deve servir para subsidiar a tomada de decisões em relação à continuidade do trabalho pedagógico do processo de ensino/aprendizagem. Os resultados obtidos nos procedimentos avaliatórios não devem privilegiar apenas  aprendizagens que envolvam memorização ou mera classificação.      
            A avaliação serve para verificar em que medida os alunos estão alcançando os objetivos propostos nos projetos pedagógicos para o processo ensino-aprendizagem, constatar progressos e dificuldades do aluno e  reorientar o trabalho do professor, entre outros. Para uma avaliação eficaz é necessário usar estratégias que possibilitem ao aluno integrar conteúdos, fazer análises e investigações, permitindo ao aluno ampliar suas possibilidades de questionamento e tomada de decisões diante de situações-problemas, estudos de casos, exercendo sua autonomia no processo de aprendizagem.